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A casa e seu Dono

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Essa casa é de caco
Quem mora nela é o macaco.🐵

Essa casa tão bonita
Quem mora nela é a cabrita.🐐

Essa casa é de cimento
Quem mora nela é o jumento.🐎

Essa casa é de telha
Quem mora nela é a abelha.🐝

Essa casa é de lata
Quem mora nela é a barata.👀

Essa casa é elegante
Quem mora nela é o elefante.🐘

E descobri de repente
Que não falei em casa de gente. 👪

Elias José

Esses são os pares que montei para essa história a pedido de uma amiga que me encomendou.






Na parte de trás da tampa, colei a história para facilitar para quem ainda não conhece.
Na parte de baixo das lata que faço, coloco algumas mensagens importantes e um numero para contato 💖

Caso você deseje encomendar algum dos modelos das postagens é só entrar em contato através do 📧 e-mail dmaricotafeliz@gmail.com 

Beijinhos Donamaricota 
💋 💋

Índio Beleza {Personagens}

Já publiquei aqui no blog sobre essa canção que também transformei em história 😍. Hoje vou mostrar os personagens bem de pertinho.

Confere ai 🙋:

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✏ A base para a construção dos personagens foram imagens que retirei do Google Imagens. Fiz as decorações e escolha de cores conforme meus recursos.

Não esquece de visitar a postagem com a letra da música. Se não conseguir o ritmo da canção entra em contato que gravo um áudio pra você.

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A Cigarra e a Formiga – Releitura da Fábula de La Fontaine


A Cigarra e a Formiga

Releitura Critica da Fábula de La Fontaine, vale a pena ler e refletir.

“Era uma vez uma formiguinha e uma cigarra, muito amigas.
Durante todo o outono a formiguinha trabalhou sem parar para armazenar comida para o período de inverno, não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do expediente de trabalho tomando uma bebidinha gelada.
Seu nome era Trabalho e seu sobrenome, Sempre.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos nos bares da cidade, não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu pra valer, sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar, era o inverno que estava começando. A formiguinha exausta, entrou em sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca e quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu, sua amiga cigarra dentro de uma Ferrari com um maravilhoso casaco de Vison.
E a cigarra falou pra formiguinha:
- Olá amiga, vou passar o inverno em Paris, será que você poderia cuidar de minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problema, mas o que lhe aconteceu que você vai para Paris e está com esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar semana passada e um produtor gostou da minha voz e fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris. A propósito, a amiga deseja algo de lá?
Respondeu a formiguinha:
- Desejo sim, se você encontrar por lá um tal de La Fontaine, mande ele para o Beleléu!"

Moral da História:
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benéficos nas fábulas de La Fontaine.
Copiei o texto do Google Imagens

Eu substitui algumas palavras do texto que encontrei no Google, mas o importante mesmo é a maneira como cada um de nós conduz nossa história!

Espero que tenham gostado, beijinhos da Donamaricota

A Princesa e a Ervilha - Hora do Conto em TV de Papelão com E.V.A.

Olá contadoras de história!

O mundo muda, a tecnologia avança, mas a magia das primeiras telinhas estará sempre viva no encantamento e na imaginação das crianças...

Fiz essa TV de papelão e forrei com E.V.A. para satisfazer a cliente que a encomendou, escolheu com botões para deixar mais bonitinha.
Dudinha escolheu a história A Princesa e a Ervilha de Maurício de Sousa, graciosamente ilustrada com os personagens Mônica e Cebolinha.

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O Davi fez o último teste antes da entrega, #aprovada!

A   Princesa e a Ervilha

Num reino distante, havia um príncipe que queria muito se casar. Mas, para isso, sua noiva precisava ser uma pessoa da realeza, uma verdadeira princesa. 
A dúvida era: Como um príncipe iria descobrir uma princesa de verdade? 
Ele resolveu consultar sua mãe, a rainha. Um dia, enquanto os dois passeavam pelo lindo jardim do castelo, o príncipe perguntou: 
- Como saberei se minha escolhida é uma verdadeira princesa, se ela tem mesmo sangue real? 
- Filho, você saberá identificar as que não são verdadeiras. Se alguma mexer com seu coração, faremos testes para verificar se ela é realmente uma princesa – respondeu a rainha. 
O príncipe preparou sua bagagem real e viajou o mundo todo procurando a sua amada. Decidiu que se hospedaria no castelo de suas pretendentes para observá-las de perto e, assim, conheceria melhor os hábitos e valores das princesas. 
Chegando ao primeiro reino, foi recebido pelo rei e sua filha. A moça era muito bonita e delicada. 
Mas alguma coisa não convencia o príncipe da sua real condição. Ele a chamou para um passeio pelo reino, para conhecer mais do povo daquele lugar. 
Ao chegar na aldeia, ele percebeu a expressão de medo dos moradores na presença de um membro da família real. O povo era muito pobre e sofrido, e a princesa não se importava com isso. 
O príncipe soube na mesma hora: Uma verdadeira princesa jamais deixaria seu povo com medo e vivendo na pobreza. 
Então, decidiu partir para o segundo reino, que era famoso por ter muito luxo e pompa. Diziam que lá as pessoas era, saudáveis e felizes. 
- Acho que lá encontrarei uma verdadeira princesa, pois aquele reino de que tanto falam, com certeza, sabe tratar bem seus súditos, diferentes deste aqui. 
No jantar de boas-vindas, ele foi apresentado à princesa, que era bonita e elegante. Mas, na hora da refeição quando um dos empregados derrubou sem querer suco de uva e seu vestido, a moça mostrou seu verdadeiro caráter. Gritou e xingou o empregado, humilhando o rapaz na frente de todos. 
- Uma princesa sem educação e compaixão não é uma verdadeira princesa – concluiu o príncipe. 
E seguiu viagem para o próximo reino. 
O terceiro lugar também era maravilhoso. O vilarejo era próspero e feliz. O príncipe ficou esperançoso de conhecer ali sua futura esposa. 
A princesa era tão linda como a noite estrelada. Mas tinha uma tristeza no olhar. Quando os dois conversaram, o príncipe percebeu que a garota era insatisfeita, reclamava de tudo e de todos. 
Para ela, não existia felicidade. Assim, mais uma vez o príncipe partiu decepcionado. Afinal, uma pessoa que não se alegra com a vida não poderia ser uma princesa de verdade. 
E o príncipe continuou visitando muitos reinos, mas sempre descobria que as pretendentes não eram princesas de verdade. 
Assim, ele voltou para casa, mas não desistiu da ideia de encontrar sua companheira. 
Então, e uma noite de tempestade, bateram à porta de seu castelo. Quando abriram, viram uma jovem ensopada pela chuva, com o sapato todo descolado e os cabelos embaraçados. Ela pediu para dormir lá e afirmou ser uma verdadeira princesa. 
O rei, a rainha, o príncipe e os empregados olharam a moça com desconfiança, mas ofereceram de bom grado a hospitalidade. 
A moça tomou banho e vestiu uma roupa emprestada pela rainha. Quando entrou na sala de jantar, todos à olharam admirados: ela emanava beleza e formosura. 
- Os trajes caíram bem. Nossa hóspede parece uma princesa! – Comentou o príncipe. 
- Calma, meu filho! Lembre-se: beleza e elegância já nos enganaram antes. 
- Mas notem como esta moça come feito uma verdadeira princesa! – Exclamou o rei. 
Depois do jantar, o príncipe convidou a moça para conhecer o interior do castelo. Enquanto caminhavam, ela contou sobre sua aldeia, que conhecia e ajudava seus súditos e se preocupava com o bem estar de seu povo. 
Admirado com a bondade da moça, o príncipe chamou a rainha e disse que não tinha mais dúvidas: havia encontrado sua princesa. 
Mas a rainha faria ainda um último teste, para saber se a jovem era realmente uma princesa. 
A rainha, então, pediu para seus criados prepararem os aposentos para a nova hóspede. 
Ordenou que colocassem uma pequena ervilha sob o colchão e depois empilhassem vários colchões em cima dela. 
A princesinha estranhou a altura da cama, mas estava tão cansada que rapidamente caiu no sono. 
No dia seguinte, a rainha perguntou: 
- Dormiu bem, minha jovem? 
- Sou muito grata pela hospedagem, mas havia alguma coisa no colchão que machucou minha pele a noite inteira. Estou cheia de manchas rochas pelo corpo. 
A rainha, então, teve certeza de que ela era uma verdadeira princesa. Só alguém de sangue real teria uma pele tão delicada e sensível. 
O casamento foi realizado naquele mesmo dia, e foram sete dias e sete noites de festa. 
Por Maurício de Sousa. Ed. Maurício de Sousa - Clássicos para Sempre 
www.turmadamonica.com.br

Fim
Você já conhecia essa história?
Então fica esperta minha amiga, pois se acordar com dores nas costas, quem sabe você também é uma linda princesa 👸

Curte e Compartilha!
Beijinhos, Donamaricotafeliz

Encomendas: dmaricotafeliz@gmail.com ou (53) 999940993

A Princesa e as Ervilhas - Hora do Conto com Culinária


Essa história já contei diversas vezes e cada uma delas de um jeito diferente.
Hoje escolhi as imagem de uma contação que preparei em parceria com a professora Alana Nunes, uma amiga querida que fiz pra vida toda, daquelas que mesmo longe, está sempre perto, do ladinho esquerdo do peito 💕.

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A   Princesa e as Ervilhas
Lulu Flor de Maio era muito bonitinha.
Tinha olhos azuis e era lourinha.
Vivia com seu pai numa linda casinha.
Era educada, ajuizada e muito boazinha.
Fazia os deveres e cuidava dos seus bichos, feliz.
Não tinha maus hábitos, nunca cutucava o nariz!
Mantinha o quarto limpinho e sempre queria ajudar.
Até que... 
                 ... um dia ervilhas seu pai quis lhe dar.
Quando Lulu viu as ervilhas no prato, arregalou os olhos, espantada, de fato.
- Queridinha – disse o pai – , prove só umazinha,  faz bem à saúde e é tão miudinha!
Lulu fugiu sem comer o jantar.
Mas papai estava determinado: faria a filha comer o prato.
Foi até a livraria comprar um livro bem legal. “A Cozinheira Desesperada – Como amar ervilhas e outros legumes”.
E começou a cozinhar usando um belo avental.
Ele faz biscoitinho, bolachas e bolinhos...
Bateu com coalhada, fez torta e torrada...
A mesa arrumada ficou uma maravilha.
Queria que sua filha comesse só uma ervilha!
Mas Lulu recusou e nem quis provar.
Suas mãos ficaram suadas.
Ela estava muito, muito enjoada.
- Meu estômago está embrulhado.
Deixe-me passar!
Vire logo esta página!
Acho que vou vomitar.
No outro dia, o doutor veiocorrendo...
- Abra a boca, Lulu, e diga “ahh!”.
E depois de examinar, disse ao pai, sem hesitar:
- Sua linda filha é alérgica a ervilha!
Bem bonita
Educada
Alérgica  a ervilhas!!!!! PRINCESA!!!!
- Posso lhe dizer com toda certeza,  a doença não tem cura! Ela é uma princesa.
O pai, espantado, não quis acreditar.
O doutor falou: - É princesa, sim, posso afirmar.
E contou uma história para comprovar...
... Era uma vez uma jovem princesa:
Perdida na neve, coitada, um castelo ela avistou.
- Deixe-me entrar – implorou – ou vou morrer congelada!
Para ter mesmo certeza que a jovem era uma princesa, a rainha pôs colchões empilhados até chegar ao telhado.
É, embaixo da pilha, mandou colocar uma ervilha.
Fez a jovem deitar até o dia raiar.
- Se a ervilha a despertar, faremos uma grande recepção.
Princesa alguma vai aguentar dormir com uma ervilha no colchão!
A noite toda a coitada passou acordada.
E, no dia seguinte, estava toda pintada.
É que toda princesa é alérgica a ervilha.
- Por favor, Alteza, posso não ser sua filha, mas peço-lhe a fineza, nunca mais me dê ervilha!
A rainha se arrependeu, e foi esta a ordem que deu.
O doutor falou: - Lulu tem de se mudar.
No palácio ela deve morar, pois uma só ervilha e pode matar.
Deixou a conta e foi embora na mesma hora.
“Conta - Muito dinheiro. Obrigado, Dr.!”
Lulu foi correndo e pai abraçar.
- Estou confusa, não sei o que pensar.
Morar em um castelo eu iria adorar, mas queria não queria ter de te deixar.
- Eu sei, minha filhinha, mas o doutor mandou.
Vem, vou ajudar você a arrumar a malinha.
E Lulu partiu sem muita alegria, prometendo ao pai uma carta por dia.
- Que ótimo! – disse a rainha.
- Uma princesa novinha!
Aqui temos muitas joias e vestidos de arrasar.
Suba ao seu novo quarto e lá tudo vai encontrar.
Vá se arrumar e se enfeitar, só não esqueça de descer quando o sino tocar.
Nada mal! Ser princesa é legal.
Ela ia começar a se acostumar.
Banhos de banheira, brinquedos legais.
Uma biblioteca inteira!
Quem pode querer mais?
Um vestido cor-de-rosa, sapatos combinando.
E, no espelho, toda prosa, ficou se admirando.
A menina travessa pôs a tiara na cabeça.
E com a TV ligada, saltava na cama, animada.
O relógio da sala bateu meio-dia.
E Lulu entrou com toda a fidalguia.
- Ah, aí está você, lindinha – falou a rainha.
- Não se preocupes, está tudo bem, queridinha.
- Sabemos que sua vida tem sido terrível!
Seu pai te dava ERVILHAS! Que coisa horrível!
Mas agora, como princesa, tudo vai mudar.
Sabe o que tem de almoço? Pode adivinhar?
Nosso cozinheiro preparou especialmente para você uma travessa bem cheia...
... de repolho ensopado!
Eca!
- Quando acabar de almoçar, você vai começar a treinar... cinquenta e quatro discursos vai ter que decorar.
Ficará três horas acenando para os fãs que estão aguardando, sempre sorrindo e cumprimentando.
“Três hora acenando?”, Lulu ficou pensando.
E potes cheios de verdura ninguém aguenta!
“Achei que aqui fosse ser feliz, mas é um pesadelo! O que foi que eu fiz?”
- Não sou uma princesa – Lulu falou com certeza.
- Para casa eu vou voltar e com meu pai quero ficar!
Ervilhas eu posso aprender a comer, se tentar...
Ela devolveu as joias, sem hesitar, e disse: - Obrigada, até mais ver!
Agora Lulu está craque em ervilhas.
Com chocolate e ketchup, ela faz maravilhas.
Come todas, sem reclamar.
Mas voltar ao castelo, nem pensar!
Fim
Cary Hart/Caryl Hart. Tradução: Gilda de Aquino

 Depois da contação, foram feitos deliciosos  mini omeletes de forno. Com apenas três ingredientes. Os alunos participaram ativamente do preparo e degustaram com prazer.
Espero que tenham gostado de mais essa sugestão de atividade!
Divirtam-se e saboreiem esses deliciosos mini omeletes.

Se gostou, curte e compartilha 👌

Beijinhos, Donamaricota

O Patinho Feio - Hora do Conto em Livro de Feltro

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Olá contadores de história 💗

Hoje vou mostrar um pouco do livro de feltro que fiz para contar histórias e também a versão do  texto O Patinho Feio que tenho em E.V.A.

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Usei um livro que cartonagem bem grossa, com personagem em 3D que estava com muitas folhas e imagens  estragadas devido ao manuseio das crianças. Ele mede 30x37cm.
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Usei retalhos de feltro que tinha a disposição no momento, por isso tem folhas em cores diferentes.
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Esses são apenas alguns dos personagens que uso para contar essa história. Cada peça tem um pedaço de velcro atrás para poder ser fixado no livro.
Os personagens foram feitos pela professora Adriana, que foi minha colega e professora no Davi na EMEI Apcrim em Cachoeira do Sul/RS.
O legal deste livro é que as crianças podem participar da contação ativamente, seja recontando ou apenas montando a história.

Segue abaixo o texto e as fotos do livro que falei. Tradução de Marcelo Toledo. Editora Maltese. Coleção 12 Fábulas de Ouro.

O Patinho Feio
Um dia, na fazenda de um bondoso camponês, nasceu um patinho muito estranho da ninhada de mamãe pata.
Na verdade, ele mais parecia um monte de plumas cinzas com um enorme bico, todo desengonçado. 
Os outros patinhos da mesma ninhada começaram, então, a desprezá-lo e nem mesmo mamãe pata o quis mais. 
Pela manhã, quando mamãe pata levou os filhotes ao lago para um mergulho, todos os animais da fazenda zombaram dele e o evitaram.
Recebendo bicadas, empurrões e patadas dos outros animais, não restou ao pobre patinho outra alternativa a não ser fugir da fazenda. Até o cão, como último adeus, perseguiu-o latindo. Assim, o patinho correu em direção ao bosque, parando onde a folhagem era mais espessa. Sentiu-se muito triste e começou a chorar.
Os dias se passavam lentamente, e o patinho continuava a caminhar pelo bosque à procura de um lugar seguro e quentinho.
Com a chegada do rigoroso inverno, o patinho teve que se cobrir com folhas secas para não morrer de frio.
Depois de andar muito, encontrou abrigo na lenha amontoada de uma casa e ali permaneceu encolhido, até que a dona o descobriu.
Naquela pequena casa moravam, junto com a mulher, um gato e um cachorro, que não gostaram da chegada do pobre pato.
Com dó, a mulher o recolheu e o alimentou com comida quentinha e gostosa. Mas os dois animais da casa, observando o patinho, decidiram que aquele feioso não poderia morar com eles.
O gato, com ciúmes das atenções dadas ao Patinho, derrubou um saco cheio de farinha, para que a dona da casa culpasse o bichinho e o expulsasse dali. E o plano do gato não funcionou. Ao ver tamanha confusão, a dona da casa saiu correndo atrás do patinho, que, assustado, fugiu de novo para a floresta.
Quando a primavera surgiu, toda a natureza era um esplendor. Um dia o patinho feio foi a um lago onde viu uns cisnes lindos que o convidaram a se aproximar, ao entrar água, viu o seu reflexo, e percebeu que era igual a eles. Aí finalmente compreendeu que havia encontrado uma família que nunca o abandonaria.
Com um majestoso vôo, junto aos outros cisnes, sobrevoou a fazenda onde nascera e, sem rancor, saudou de longe mamãe pata e seus irmãos, que ficaram espantados por ver como ele estava belo.
Fim
E você, qual versão/Editora você usa para contar esse Clássico da Literatura?
Espero que tenha gostado da dica do Livro de Feltro.
Super beijinho da Donamaricota

Curte e Compartilha 👌

Farra no Formigueiro - Hora do Conto

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Toda manhã a fila de formigas saía do formigueiro.
Papai e mamãe formiga iam na frente. E, enquanto iam andando, iam contando uma história.
A coisa funcionava assim: Papai e mamãe formiga contavam a história para a filha mais velha, que também era a primeira da fila. Ela ia repetindo a história direitinho para a que vinha atrás dela, e a que vinha atrás para a que vinha mais atrás ainda e assim por diante, até chegar na menor de todas, que também era a ultima fila.
Naquela manhã tudo estava se repetindo igualzinho aos outros dias. 
E, como nos outros dias, papai e mamãe formiga foram logo começando a história: era uma vez uma formiga...
- Ufa! - falou a mais velha, que também era a primeira da fila. - Outra vez a história da cigarra e da formiga!
- Desde que eu nasci que eu estou ouvindo a mesma história - disse a segunda mais velha que também era a segunda da fila.
- Já sei de cor salteado esta história - falou a terceira.
E assim por diante, cada uma delas foi dando sua opinião até chegar na menor de todas, que também era a última da fila.
E a menor de todas falou: 
- Eu não tenho nada contra a história da cigarra e da formiga. Eu ate gosto dela. A única coisa que me incomoda é que só a cigarra canta. Afinal de contas, eu também gosto de cantar.
- Eu também já pensei nisso muitas vezes - falou a penúltima, que também era a penúltima da fila.
- Cantar sempre foi o meu sonho - falou a antepenúltima.
E assim por diante, cada uma delas foi dando a sua opinião até chegar na maior de todas, que era a primeira da fila.
A primeira da fila, sem pensar duas vezes, saiu da fila e começou a cantar:

ZIRIGUIDUM...
ZIRIGUIDUM...DUM...DUM...DUM...
EU AGORA SOU CANTORA
E VOU CANTAR O ANO INTEIRO,
PARA O SAMBA BALANÇAR
ESTE FORMIGUEIRO.
ZIRIGUIDUM...
ZIRIGUIDUM...DUM...DUM...DUM...

A segunda fila não perdeu tempo e falou:
- Eu prefiro uma música bem barulhenta. - E pulando e se mexendo toda começo a soltar alguns agudos estridentes.
Abrindo a boca o mais que podia, a terceira da fila também começo a cantar, batendo as patas no chão.
E assim por diante.
Teve quem cantou mais alto, mais baixo, com voz esganiçada, com voz fina, com voz grossa, gritando, berrando, cantaram todo tipo de música e de todo jeito que se pode imaginar.
A essas alturas a fila já tinha deixado de ser fila e virado uma tremenda confusão.
- Que tremenda confusão! - falou Papai Formiga, enquanto corria de um lado para o outro, tentando organizar a fila de novo.
- Venha me ajudar aqui! - Ele gritou para a Mamãe Formiga.
- Já vou... ZIRIGUIDUM... já estou indo... ZIRIGUIDUM...dum...dum...dum...

Autora: Liliana e Michele Iacoccoa. Ed. Ática. Coleção Labirinto. Segmento Literatura Infantil. Faixa Etária 6 a 7 anos. Temas lazer, quebra de costumes.
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==>> Uso essa história para a apresentação do conteúdo Números Ordinais.
==> Os personagem são fixados com velcro e saem de dentro do próprio livro.

Espero que tenham gostado da dica de hoje e caso você deseje ENCOMENDAR esse material, é só me mandar um recadinho por e-mail dmaricotafeliz@gmail.com
ou direto no meu watts (53) 999940993.

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Beijocas, Donamaricota

Uma Joaninha Diferente - Hora do Conto

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Olá Leitoras e leitores apaixonados por contação de histórias!

Uma joaninha diferente é um texto de Regina Célia de Melo. Conto essa história utilizando joaninhas e besouro feitos em E.V.A.

A história é assim:

"Era uma vez uma joaninha que nasceu sem bolinhas...
Por isso ela era diferente.
As outras joaninhas não davam bola pra ela. Cada qual com suas bolinhas, viviam dizendo que ela não era uma joaninha.
A joaninha ficava triste, pensando nas bolinhas e no que poderia fazer...
Comprar uma capa de bolinhas?
Ou, quem sabe, ir embora para longe, muito longe dali?
Ela pensava e pensava...
Sabia que não seriam as bolinhas que iriam dizer se ela era uma joaninha verdadeira ou não. Mas as outras joaninhas não pensavam assim...
Então ela resolveu não dar mais importância ao que as outras joaninhas
pensavam e continuou sua vida de joaninha sem bolinhas...
Até que um dia, as joaninhas reunidas resolveram expulsar do jardim aquela que para elas não era uma joaninha!
Sabendo que era uma autêntica joaninha, mesmo sem bolinhas, teve uma ideia... contou tudo para o besouro preto, que é parente distante das joaninhas.
Decidiram ir à casa do pássaro pintor e contaram a ele o que estava acontecendo.
O pássaro pintor, então, teve uma ideia. Pintou com capricho o besouro, que ficou parecendo uma joaninha de verdade...
E lá se foram os dois para o jardim: a joaninha sem bolinhas e o besouro disfarçado.
No jardim ninguém percebeu a diferença. E com festa receberam a nova joaninha.
A joaninha sem bolinhas, que a tudo assistia de cima de uma folha, pediu um minuto de atenção e, limpando a pintura que disfarçava o besouro preto, perguntou:
- Quem é a verdadeira joaninha?"
Fim

Essa pequenina história pode ser trabalhada/explorada de várias maneiras em nossas salas de aula tão diversificadas. Aproveitem a dica e vamos ensinar nossos alunos que ninguém é igual a ninguém - e essa é a deixa para a outra história -.

Espero que tenham gostado da dica de hoje e caso você deseje ENCOMENDAR esse material, é só me mandar um recadinho por e-mail dmaricotafeliz@gmail.com ou direto no meu watts (53) 999940993.


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Beijocas, Donamaricota

Uma Gravata Elefantástica - História em Varal

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Olá leitoras e leitores,

Conheci e confeccionei o material dessa história em 2004, quando morava em Cachoeira do Sul/RS e desde então ela me acompanha em horas do conto e oficinais por ai afora...

A história está em um dos livros da escritora Teresa Noronha - Coleção Hora da Fantasia, Ed. Moderna. 
Indicado para crianças de 05 a 08 anos.

Sinopse: O personagem principal é o Elefante Nonô, que recebe um super presente da sua amiga Nini. Porém, sente-se constrangido para usar e tenta de várias maneiras se desfazer do presente sem ter que contar para Nini, pois tem medo de magoá-la. Mas todas as tentativas deram errado e mostram para Nonô que a mentira tem perna curta.
Não deixe de conferir!

Na verdade, essa é uma das primeiras histórias que montei. Foi naquele ano que descobri o prazer de contar histórias, de construir materiais, de levar a alegria para rodas de leitura.
Ela foi toda pintada a mão - uma verdadeira terapia. Cada lâminas tem tamanho A3, recortadas e coladas em papel dupla face, plastificadas com papel adesivo incolor. Atrás são numeradas e recentemente decidi que vou colocar o parágrafo correspondente a imagem de cada lâmina.

A representação da Gravata é feita em E.V.A., pouco maior que as lâminas, com elástico atrás para que as crianças usem enquanto estou contando a história.

Para fixar as lâminas no varal, montei alguns elefantinhos e colei pregadores de roupas atrás.

Existem muitas maneiras de contar a mesma história e essa é a verdeira magia de ser um contador de histórias. Você precisa apenas sentir o público e se entregar a magia do momento.

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Sou voluntária na Biblioteca Pública de Bagé/RS e seguidamente me chamam para fazer contação de histórias para escolas que agendam visita no espaço.

Espero que tenham gostado!
Visitem também as outras postagens do blog, pois temos diversas dicas de histórias para divertir a garotada.


Beijocas, Donamaricota

A viagem das sete peças - {Tangram}

Era uma vez um quadrado formado por sete partes de formas diferentes que estava com vontade de ter outras formas além da forma quadrada.
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Por causa disso, as sete partes do quadrado se soltaram e ficaram pensando juntas o que elas poderiam formar...
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Enquanto isso, alguns pássaros passaram voando e as sete partes gostaram muito da ideia e foram ser pássaro também.
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Os pássaros voaram para o mar e as partes foram também. No mar haviam muitos barcos. As partes gostaram muito do que viram e foram para a água ser barco também.
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Enquanto os barcos navegavam, as sete partes viram muitos peixes que nadavam no mar. Elas, então, pularam na água e foram ser peixe também.
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Porém, logo as sete partes perceberam que pássaros comem peixes! Nhac! Aconteceu que o peixe foi parar na barriga de um pássaro que voou, voou, voou, ...
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... e foi parar na sacada do último andar de um edifício, onde morava uma vovozinha que regava diariamente suas plantas.
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As sete partes ficaram com vontade de serem regadas também. Assim formaram uma bela planta em um belo vaso e se sentiram lindas e cheirosas.
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Estavam tão felizes que resolveram ficar morando com a vovó, iluminando sua casa e sua vida.
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Com o passar do tempo, as sete partes descobriram que a vovó tinha um sonho...
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... ter uma casinha perto de uma igrejinha para que possam viver felizes para sempre!
Fim

=> Conheci esse texto na época em que fiz magistério. Ele foi criado por Maria Estela Sandri Wierzynski a partir da obra As Três Partes, de Edson Luiz Kozminski.

=> Eu fiz apenas pequenas alterações em alguns parágrafos para deixar do jeito que eu gosto de contar.

=> Para a confecção do material usei bandejas de isopor tamanho 23x18, E.V.A. colorido, cola para isopor, palito para fazer as ranhuras no isopor, temperas coloridas e um pano macio para remover o excesso de tinta.

=> Notem que algumas fotos estão até manchadas, mas é apenas efeito do tempo, pois esse material foi construído a vários anos e ainda está quase todo inteiro, apesar da aparência frágil do isopor.

Espero que possam aproveitar muito e divertir ainda mais seus alunos com essas peças maravilhosas do Tangram.

Beijocas, Donamaricota

Era uma vez um Gato Xadrez... - {Hora do Conto}

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Era uma vez um gato xadrez
                                         caiu da janela e foi só uma vez.
Era uma vez um gato azul
                                         levou um susto e fugiu pro sul.
Era uma vez um gato vermelho
                                         entrou no banheiro e fez careta no espelho.
Era uma vez um gato amarelo
                                          esqueceu de comer e ficou meio magrelo.
Era uma vez um gato verde
                                          ele era preguiçoso e foi deitar na rede.
Era uma vez uma gato colorido
                                          brincava com os amigos e era muito divertido.
Era uma vez um gato laranja
                                          ficou doente e só queria canja.
Era um vez um gato marrom
                                          olhou pra gata e fez "rom rom".
Era uma vez um gato rosa
                                         comeu uma sardinha deliciosa.
Era uma vez um gato preto
                                         era teimoso e brincou com um espeto.
Era uma vez um gato branco
                                         era tão sapeca que pulou do barranco.
Era uma vez um gato xadrez...
                                         Quem gostou desta história que conte outra vez...
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Fiz alguns materiais para contar essa história, esse da foto acima é um deles. Usei EVA, lã e folhas   A4 coloridas.
Caso você deseje encomendar seu material, é só entrar em contato.

ENCOMENDAS: (53) 99994-0993 ou dmaricotafeliz@gmail.com

Beijocas, Dona Maricota Feliz

Acentos, tomem Assento - {Hora do Conto}

Este é o material de apoio que produzi para a contação de história sobre o texto Acentos, tomem Assento, publicado aqui.

 A construção das peças foi idealizada para que todos os alunos possam visualizar as imagens com clareza. 
 Cada uma das placas mede 24x19 cm, pouco menor que uma folha de ofício e o modelo foi retirado do Google Imagens. 
 Os símbolos usados para representar a pontuação são os modelos do word, fonte Arial Rounded MT bold, ressaltados em negrito. Escolhi essa fonte para deixar os pontos o mais claro possíveis. 
 O tamanho foi super aumentado. 
 Para fazer a aranha usei EVA preto crespo e a imagem foi retirada do Google Imagens. 
 No início fiquei em dúvida sobre a cor para produção dos pontos, não sabia se deveria fazer todos em preto ou se faria coloridos. Acadei optando pelo colorido. 
 Inicialmente iria fazer uma decoração com olhinhos, mas resolvi deixar assim. Quem sabe uma hora dessas eu mude um pouco e faça umas carinhas neles.
 Material que utilizei: 06 folhas de EVA, 02 refis de cola quente, 14 palitos de churrasco, caneta para retroprojetor preta. Vou fazer uma embalagem de TNT para guardar as peças, imprimir e plastificar o texto.
 Aceito encomendas, é só entrar em contato.
Essas placas estão na HORIZONTAL:
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Essas placas estão na VERTICAL:
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Atrás de cada plaquinha, fiz a finalização com retalho da mesma cor, para ficar mais delicado e caprichado. #soudessas

Ficou muito lindo!!

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Não deixem que conferir a outra postagem com o texto. AQUI
Espero que tenham gostado e que se divirtam muito com os alunos.
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ENCOMENDAS: (53) 99994-0993 ou dmaricotafeliz@gmail.com

Beijocas, Dona Maricota Feliz

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