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Uma Joaninha Diferente - Hora do Conto

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Olá Leitoras e leitores apaixonados por contação de histórias!

Uma joaninha diferente é um texto de Regina Célia de Melo. Conto essa história utilizando joaninhas e besouro feitos em E.V.A.

A história é assim:

"Era uma vez uma joaninha que nasceu sem bolinhas...
Por isso ela era diferente.
As outras joaninhas não davam bola pra ela. Cada qual com suas bolinhas, viviam dizendo que ela não era uma joaninha.
A joaninha ficava triste, pensando nas bolinhas e no que poderia fazer...
Comprar uma capa de bolinhas?
Ou, quem sabe, ir embora para longe, muito longe dali?
Ela pensava e pensava...
Sabia que não seriam as bolinhas que iriam dizer se ela era uma joaninha verdadeira ou não. Mas as outras joaninhas não pensavam assim...
Então ela resolveu não dar mais importância ao que as outras joaninhas
pensavam e continuou sua vida de joaninha sem bolinhas...
Até que um dia, as joaninhas reunidas resolveram expulsar do jardim aquela que para elas não era uma joaninha!
Sabendo que era uma autêntica joaninha, mesmo sem bolinhas, teve uma ideia... contou tudo para o besouro preto, que é parente distante das joaninhas.
Decidiram ir à casa do pássaro pintor e contaram a ele o que estava acontecendo.
O pássaro pintor, então, teve uma ideia. Pintou com capricho o besouro, que ficou parecendo uma joaninha de verdade...
E lá se foram os dois para o jardim: a joaninha sem bolinhas e o besouro disfarçado.
No jardim ninguém percebeu a diferença. E com festa receberam a nova joaninha.
A joaninha sem bolinhas, que a tudo assistia de cima de uma folha, pediu um minuto de atenção e, limpando a pintura que disfarçava o besouro preto, perguntou:
- Quem é a verdadeira joaninha?"
Fim

Essa pequenina história pode ser trabalhada/explorada de várias maneiras em nossas salas de aula tão diversificadas. Aproveitem a dica e vamos ensinar nossos alunos que ninguém é igual a ninguém - e essa é a deixa para a outra história -.

Espero que tenham gostado da dica de hoje e caso você deseje ENCOMENDAR esse material, é só me mandar um recadinho por e-mail dmaricotafeliz@gmail.com ou direto no meu watts (53) 999940993.


Não esquece de curtir e compartilhar!
Beijocas, Donamaricota

Índio Beleza - Hora do Conto Musical

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Era uma vez um índio, 
que vivia na floresta. 
Na floresta tinha tudo, 
tudo que ele precisava. 
Tinha muitos amiguinhos, 
tinha muito oxigênio. 
Árvores por todo lado
e bichinhos de montão. 
Índio precisa da terra,
precisa da lua, 
precisa do sol. 
Gosta da mãe natureza 
o índio beleza adora sorrir.
________________________________________________________________________

Olá leitoras e leitores, amantes da Contação de Histórias!

Essa letra aprendi com as colegas do Colégio Sant´Anna - Santa Maria/RS - quando comecei meu trajeto de alfabetizadora.
Sempre gostei do seu ritmo alegre. 
Depois, quando fiz parte de um projeto da faculdade, aprendi a representá-la em LIBRAS, uma graça!

E agora estou construindo um material em E.V.A. para fazer a contação da história antes de cantá-la.
Os personagens medem de 15 a 20cm em média.
Atrás de cada personagem colei pedaços de velcro e para esta foto da postagem escolhi o avental de feltro que ganhei da minha cunhada - que também é contadora de histórias, ele tem bolso em um dos lados, para ser usado com personagem pequenos que saem de dentro do bolso. O outro lado é liso, assim tenho duas opções de uso.

Espero que tenham gostado da dica de hoje e caso você deseje ENCOMENDAR  esse material, é só me mandar um recadinho por e-mail dmaricotafeliz@gmail.com ou direto no meu watts (53) 999940993.

Não esquece de curtir e compartilhar!
Beijocas, Donamaricota



Essa é a letra original e a fonte que encontrei no Google:

Índio
Era uma vez um índio, que vivia na floresta. 
Na floresta tinha tudo, tudo que ele precisava. 
Tinha muitos amiguinhos, tinha muito oxigênio. 
Árvores por todo lado, e bichinhos de montão. 
Toca tambor pro índio... 
Toca apito pro índio... 
Bate palmas... 
Cantando para o índio. 
Era uma vez um índio, que vivia na floresta. 
Na floresta tinha tudo, tudo que ele precisava. 
Tinha muitos amiguinhos, tinha muito oxigênio. 
Árvores por todo lado, e bichinhos de montão. 
Índio precisa da terra, precisa da lua, precisa do sol. 
Gosta da mãe natureza o índio beleza, agora sorri.
Fonte: E-Book Repertório Musical – Professor: Marcos L Souza

Uma Gravata Elefantástica - História em Varal

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Olá leitoras e leitores,

Conheci e confeccionei o material dessa história em 2004, quando morava em Cachoeira do Sul/RS e desde então ela me acompanha em horas do conto e oficinais por ai afora...

A história está em um dos livros da escritora Teresa Noronha - Coleção Hora da Fantasia, Ed. Moderna. 
Indicado para crianças de 05 a 08 anos.

Sinopse: O personagem principal é o Elefante Nonô, que recebe um super presente da sua amiga Nini. Porém, sente-se constrangido para usar e tenta de várias maneiras se desfazer do presente sem ter que contar para Nini, pois tem medo de magoá-la. Mas todas as tentativas deram errado e mostram para Nonô que a mentira tem perna curta.
Não deixe de conferir!

Na verdade, essa é uma das primeiras histórias que montei. Foi naquele ano que descobri o prazer de contar histórias, de construir materiais, de levar a alegria para rodas de leitura.
Ela foi toda pintada a mão - uma verdadeira terapia. Cada lâminas tem tamanho A3, recortadas e coladas em papel dupla face, plastificadas com papel adesivo incolor. Atrás são numeradas e recentemente decidi que vou colocar o parágrafo correspondente a imagem de cada lâmina.

A representação da Gravata é feita em E.V.A., pouco maior que as lâminas, com elástico atrás para que as crianças usem enquanto estou contando a história.

Para fixar as lâminas no varal, montei alguns elefantinhos e colei pregadores de roupas atrás.

Existem muitas maneiras de contar a mesma história e essa é a verdeira magia de ser um contador de histórias. Você precisa apenas sentir o público e se entregar a magia do momento.

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Sou voluntária na Biblioteca Pública de Bagé/RS e seguidamente me chamam para fazer contação de histórias para escolas que agendam visita no espaço.

Espero que tenham gostado!
Visitem também as outras postagens do blog, pois temos diversas dicas de histórias para divertir a garotada.


Beijocas, Donamaricota

Acentos, tomem Assento - {Hora do Conto}

Este é o material de apoio que produzi para a contação de história sobre o texto Acentos, tomem Assento, publicado aqui.

 A construção das peças foi idealizada para que todos os alunos possam visualizar as imagens com clareza. 
 Cada uma das placas mede 24x19 cm, pouco menor que uma folha de ofício e o modelo foi retirado do Google Imagens. 
 Os símbolos usados para representar a pontuação são os modelos do word, fonte Arial Rounded MT bold, ressaltados em negrito. Escolhi essa fonte para deixar os pontos o mais claro possíveis. 
 O tamanho foi super aumentado. 
 Para fazer a aranha usei EVA preto crespo e a imagem foi retirada do Google Imagens. 
 No início fiquei em dúvida sobre a cor para produção dos pontos, não sabia se deveria fazer todos em preto ou se faria coloridos. Acadei optando pelo colorido. 
 Inicialmente iria fazer uma decoração com olhinhos, mas resolvi deixar assim. Quem sabe uma hora dessas eu mude um pouco e faça umas carinhas neles.
 Material que utilizei: 06 folhas de EVA, 02 refis de cola quente, 14 palitos de churrasco, caneta para retroprojetor preta. Vou fazer uma embalagem de TNT para guardar as peças, imprimir e plastificar o texto.
 Aceito encomendas, é só entrar em contato.
Essas placas estão na HORIZONTAL:
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Essas placas estão na VERTICAL:
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Atrás de cada plaquinha, fiz a finalização com retalho da mesma cor, para ficar mais delicado e caprichado. #soudessas

Ficou muito lindo!!

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Não deixem que conferir a outra postagem com o texto. AQUI
Espero que tenham gostado e que se divirtam muito com os alunos.
Deixem seu comentário e compartilhem o link deste post em suas redes sociais, vamos tornar a educação cada vez mais lúdica e divertida.

ENCOMENDAS: (53) 99994-0993 ou dmaricotafeliz@gmail.com

Beijocas, Dona Maricota Feliz

Acentos, tomem Assento - {Texto sobre Pontuação}

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Acentos, tomem seus assentos para ouvir uma história.

    O Interrogação se achando feio e burro perguntou: 
    - Quem me desentortará? 
    A Reticências, três pontinhos mudos e indecisos, não se manifestou. 
    O Exclamação se equilibrando no ponto, ficou surpreso e se calou. 
    Então o Travessão abriu a conversa onde as Vírgulas conciliadoras partiam o assunto ajudadas por Pontos e Vírgulas, Parênteses que se abriam e se fechavam e Pontos Finais decididos. 
    Um acento dizia-se Grave o outro dizia-se Agudo e os Circunflexos se fechavam como pequenas cabanas. 
    As Aspas com caspas corriam de citações e frases feitas. 
    A discussão continuava no papel branco... 
    Até que alguém disse: 
    - Quem pergunta quer aprender, é mais certo do que quem nada pergunta. 
    Então o Interrogação não se sentiu mais errado e torto e desistiu de se desentortar. 
    E aquele acento que falou nem era um acento. 
    Era apenas uma pequena Aranha que tinha de apaixonado por um Asterisco que não tinha nada a ver com a história!

Clap, Clap!!!

* Recebi este texto da amiga Izara Pereira já faz algum tempo. Na folha não havia autor, por isso eu perguntei a Sr. Google, mas por incrível que pareça ele não conhece. Então fiz algumas adaptações no texto dela e organizei uma contação de história.

* Montei um material para contação desta história (foto acima). Confira como fazer nesta outra postagem AQUI.

* Se não tiver tempo para fazer seu material de apoio pedagógico, encomende logo o seu. Aceitamos cartão.
Contato: dmaricotafeliz@gmail.com ou watts: (53) 9 99940993

Espero que tenham gostado!
Bom trabalho!!!

Beijocas, Dona Maricota Feliz

Se as coisas fossem Mães - Sylvia Orthof

cleomoretti-bruxa-horadoconto-bruxaonilda, SE AS COISAS FOSSEM MAES, SYLVIA ORTHOF, DIA DAS MAES, POESIA
Ceci e eu, 08/2015
Se a Lua fosse mãe
Seria mãe das estrelas
O céu seria sua casa
Casa das estrelas belas.

Se a Sereia fosse mãe
Seria a mãe dos peixinhos
O mar seria um jardim
E os barcos seus caminhos.

Se a Casa fosse mãe
Seria mãe das janelas
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas
Falaria de receitas, pasteis de vento, quindins,
Emprestaria a cozinha para lua fazer pudins!

Se a Terra fosse mãe
Seria mãe das sementes
Pois mãe é tudo que abraça
Acha graça e ama a gente

Se a Fada fosse mãe
Seria mãe da alegria
Toda mãe é um pouco fada
Minha mãe fada seria
Se a Chaleira fosse mãe
cleomoretti-bruxa-horadoconto-bruxaonilda, SE AS COISAS FOSSEM MAES, SYLVIA ORTHOF, DIA DAS MAES, POESIA
Eu 2014
Seria mãe da água fervida
Faria chá e remédio
Para as doenças da vida.

Se a Mesa fosse mãe
As filhas sendo cadeiras,
Seriam bem comportadas
Teriam “boas maneiras”.

Se a Bruxa fosse mãe
Seria mãe gozada
Seria mãe das vassouras
Da “Família Vassourada”.


Cada Mãe é diferente:
mãe verdadeira ou postiça,
mãe vó, mãe tia....
Tem até pai que é “Tipo Mãe”
Esse, então, é uma beleza!

Gosto tanto dessa poesia que sei ela todinha decorada em meu coração!
Usei pela primeira vez em Cachoeira do Sul, na minha primeira turma de alfabetização no Colégio Imaculada Conceição (Atual Totem)

Mil beijocas pra todas nós, Dona Maricota Feliz!

Fuzuê no Galinheiro - Peça Teatral para Páscoa

Já faz muito tempo, quado ainda morava em Santa Maria, recebi um coletânea de livros pedagógicos e em um deles veio um CD com músicas e histórias especiais, próprias pra trabalhar peças teatrais com as crianças.
Trabalhei com ela algumas vezes em sala de aula e sempre foi muito divertido.

Agora, na escola onde estou trabalhando, sugeri as professoras do meu grupo de educação infantil, encenarmos para as crianças na Páscoa deste ano. Elas toparam \ õ /

Então fui procurar o texto já digitado e não encontrei pra copiar, por esse motivo tive que digitá-lo nos seus mínimos detalhes.

e como super boazinha, resolvi compartilhar com todo mundo para que ao procurarem, achem o texto já pronto. Afinal, se eu posso facilitar, porque irei dificultar?! Lembrando sempre que Gentileza gera Gentileza!

Este CD é parte integrante da Coleção Bem-te-li - Língua Portuguesa, de Angelina Bragança e Isabella Carpanela, Ed. FTD.

Fuzuê no galinheiro
Teatro, Páscoa, Textos, Histórias, Galinha, Coelhos, Música, Escola, Atividades Pedagógicas, Bagé, CFES,
Google imagens
Ato I

Narrador -  O galinheiro do Sítio Primavera era grande e todo cercado de tela. Na parte de fora, várias laranjeiras faziam sombra, deixando a água dos bebedouros sempre fresquinha. A casinha onde ficavam os poleiros e os ninhos era feita de madeira com telhado de telhas de barro, que tornava o ambiente aconchegante.
Costumava ser um lugar tranquilo. Mas essa tranquilidade foi abalada no dia em que Caipira encontrou no meio dos sacos de ração, alguns jornais velhos. Um deles mostrava um coelho fazendo propaganda de ovos de Páscoa. Ah! Ficaram inconformadas.

Caipira – _ Vejam este anúncio! Só dá coelho na Páscoa!

Narrador – As galinhas ficaram agitadas. Andavam de lado para o outro, soltando penachos pelo ar. Cacarejavam assim:

Galinhas –
Có, có, có, có. Có, có, có, có.
Justiça para as galinhas!
Estamos vivendo um drama.
Nós botamos ovo e o coelho leva a fama!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!

Carijó – _ E as músicas que costumam cantar nessa época, vocês já ouviram:
Coelhinho da Páscoa,
Que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos, assim.
_ Ouviram? Ovos! Ovos! Ah! E Coelho bota ovo?

Galinhas –
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!

Carijó - _ Ficaria mais justo se fosse assim:
Galinha da Páscoa,
Que trazes pra mim? (Aí, sim!)
Um ovo, dois ovos, três ovos, assim.

Narrador – D’Angola, que estava comendo milho na gamela, também reclamou:

D’Angola –  _ Tô fraca! Tô fraca! Tô fraca! E quando falam da gente... ouçam:
A galinha magricela.
E bota um, e bota dois e bota três.
A galinha magricela...
_ Pode?!

Legorne - _ Galinha Magricela?! Hã! Vou para o bebedouro. Preciso tomar um pouco de água para me acalmar.

Carijó – _ Tenho algo a propor, companheiras. Ouçam! Vamos fazer greve! Vamos parar de botar ovos!

Galinhas – _ Concordamos! Vamos parar de botar ovos! É isso mesmo!

Caipira – _ Só assim irão nos valorizar. Chega de exploração!

Polaca - _ Não sei, não... Parar de botar ovos... Isso vai dar um quiproquó...

Narrador – Resolvidas, as galinhas passaram o dia no maior tititi, quero dizer, no maior cococó.

Ato II

Narrador – No final da tarde, as galinhas foram ciscar no terreiro, perto das laranjeiras. Algumas bicavam laranjas maduras caídas no chão, outras, pequenos grãos. Dona Filó, a cozinheira, entrou no galinheiro para recolher os ovos. Passou de ninho em ninho, mas ovo, nem sinal. Só o que viu foi muita palha espalhada. Pegou a vassoura que estava encostada num canto e, resmungando, varreu o cimento.

Dona Filó – Ué! O que deu nessas galinhas? O que está acontecendo por aqui?
Está chegando a Páscoa.
Preciso de ingredientes pra fazer meus quitutes e deixar todos contentes.
Procurei em todos os ninhos, mas ovo que é bom, nada!
O que há com essas galinhas? Hum!
Já estou preocupada.
Preocupada, é claro que sim.
Se não tiver os ovos, o que será de mim?

Narrador – Lá do terreiro, as galinhas ouviram tudo.

Carijó – _Ouviram isso? Agora, vão nos dar valor!

Narrador – O galo não estava se sentindo muito à vontade com essa situação. Ele não fora consultado sobre a greve. Procurou se consolar com seus amigos.

Galo
Cococoricó! Todo mundo sabe, sou o chefe do terreiro, sou o chefe do terreiro.
Se queriam entrar em greve, se queriam entrar em greve.
Teriam que me avisar primeiro.
Cococoricó! Todo mundo sabe, sou o chefe do terreiro, sou o chefe do terreiro.
Se queriam entrar em greve, se queriam entrar em greve.
Teriam que me avisar primeiro.
Galo, Pato e Peru
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Galo –         
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.
Galo, Pato e Peru
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Galo –         
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.

Narrador – Ouvindo isso, as galinhas não deixaram por menos.

Galinhas
Era só o que faltava, pedir-lhe opinião.
Galo nem bota ovo...
Essa não! Essa não!
Era só o que faltava, pedir-lhe opinião.
Galo nem bota ovo...
Essa não! Essa não!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!
Polaca – _ Isso vai dar um quiproquó...

Ato III

NarradorDona Filó voltou no dia seguinte. Procurou no ninho da Carijó, nada! No ninho da Caipira, nada! Até o ninho da Garnisé estava vazio.

Dona Filó – _ Nossa Senhora! Sem ovos, como é que eu vou fazer?
Bombinhas recheadas, tortinhas carameladas.
Muito doce pra criançada!
Em fatias ou às colheradas,
Deixam as boquinhas bem lambuzadas.
Deixam as boquinhas bem lambuzadas.
São quitutes de todo jeito:
Bolos, pudins, empadinhas.
Bolos, pudins, empadinhas.
Mas sem ovos, nada feito.
Será que deu preguiça nas galinhas?
Não tem ovo nem pra broa.
Só faltam dois dias pra Páscoa.
Não tem ovo nem pra broa.
Vou correndo avisar a patroa.
Polaca – _ Isso vai dar um quiproquó...

Carijó – _ Cale esse bico, Polaca!

Polaca – _ É que eu não estou conseguindo segurar...
Có, có, có! Có, có, có!
Isso é que é sofrimento.
Estou sentindo que vou botar um ovo a qualquer momento.
Có, có, có! Có, có, có!
Acho que vai escorregar...

GalinhasPois trate de segurar!!

Ato IV

Narrador – A notícia da greve se espalhou e chegou às enormes orelhas do coelho Joca, que resolveu ver de perto o que estava acontecendo.

Legorne – _ Olhem só quem está chegando! É o folgado do coelho: _ Tem olhos vermelhos e pêlo branquinho.

CaipiraHunf! Às vezes cinzento ou até malhadinho.

LegorneNa Páscoa fica importante e por todos é lembrado. Vocês acham isso certo?

GalinhasNão achamos! Está errado!

Legorne De ovo, não entende nada, mas, agora, só se fala dele. Isso é uma injustiça!

GalinhasVamos falar com ele!

Joca – _ O que está acontecendo? Ouvi umas coisas que custei a acreditar. Acho que vocês estão mal informadas.

Carijó – _ Mal informadas? Pois, sim, senhor Símbolo da Páscoa!

Joca – _ Sou apenas um dos Símbolos. Represento a fertilidade. Afinal, nós coelhos nos reproduzimos em grande quantidade. Vocês já viram quantos filhotinhos nascem de uma só coelha?

Galinhas – Hum...

Joca – _ E o ovo é o outro símbolo da vida. Isso, porque deles nascem muitos bichinhos.

Galinhas – Hum...

Joca – _ E tem mais. Há muito tempo e muitos anos, na Páscoa, costumava-se presentear as pessoas com ovos de galinha cozidos e pintados com tintas coloridas.

Carijó – _ Quer dizer que, antigamente, os ovos de Páscoa eram de verdade?

Joca – _ Isso mesmo! Com o passar dos anos é que foram substituídos por ovos de chocolate, que, junto com as tortas, bolos e biscoitos, fazem a festa da Páscoa.

Legorne – Cococodé... Cococodé... Não sabíamos de nada disso.

Joca – _ Vamos, acabem logo com essa greve. Botem seus preciosos ovos. A maioria das receitas precisa deles para ficar gostos.

Narrador – Imediatamente as galinhas se reuniram e resolveram acabar com a greve.

Carijó
Essa foi, seu coelho, uma boa explicação.
Resolvemos botar ovos e acabar com a confusão.
Essa foi, seu coelho, uma boa explicação.
Resolvemos botar ovos e acabar com a confusão.
É hora de voltar pros ninhos! Quero ver quem bota primeiro!
Somos também importantes nesta data e o ano inteiro!
É hora de voltar pros ninhos! Quero ver quem bota primeiro!
Somos também importantes nesta data e o ano inteiro!

Narrador – Polaca não esperou nem mais um minutinho. Foi a primeira.

Polaca –_ Cocococodé! Cocococodé! Aqui está a minha contribuição. Ufa!

Narrador – Naquele dia, a produção de ovos foi fantástica. E a festa da Páscoa... um sucesso!

Galo Cococoricó! Cococoricó!
PeruGlu! Glu! Glu!
Galo Cococoricó! Cococoricó!
PatoQuá! Quá! Quá!
Galo Cococoricó! Cococoricó!

Todos – 
Cococodé! Cocococdé! Cocococdé! 
Acabou-se o fuzuê! Todos nós desejamos Boa Páscoa para você!
Acabou-se o fuzuê! Todos nós desejamos Boa Páscoa para você!


Depois eu mostro a filmagem pra vocês!
Beijocas

As Marcas de Batom no Banheiro... #FácilComoUmCliq

"Numa escola pública no centro de Belo Horizonte, estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 15, 16, 17 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.
O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram.
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!"

Moral da história: Há professores e há educadores… Comunicar é sempre um desafio!

Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Por quê?
Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.

Fonte: Marcos Sales

Semana passada falei aqui no blog sobre banheiro e higiene, isso depois de ter participado de uma pesquisa sobre o assunto.
Nos dias seguintes li no face esse pequeno texto (acima), que eu como educadora, não poderia deixar de comentar e compartilhar, pois acredito que é através do exemplo que tudo acontece.
Logo depois recebi esse presskit carinhoso da assessoria de imprensa da Harpic e Brinox.
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Um pequeno trecho da pesquisa:

"A maior parte das mulheres admitiu gastar cerca de dois minutos e meio no vaso, enquanto que a maiorias dos homens pode chegar a sete minutos e meio em cada visita. 
Matemática rápida: em uma semana, a permanência do gênero feminino no vaso pode chegar às 1h e 15 minutos, enquanto que a do masculino é quase o dobro: 3 horas e meia! 
Isso é muito tempo em contato com germes e bactérias, vocês não acham?"

Para quem estiver curiosa, a pesquisa de Harpic entrevistou 626 pessoas de 18 a 70 anos, de ambos os gêneros, nas quatro regiões do Brasil no mês de junho de 2015.




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  • Harpic Cliq Gel dispensa acessórios como cestinhas, redes e ganchos, assim você não precisa tocar as mãos no vaso. 
  • E como seu aplicador é descartável, não acumula germes e bactérias dentro da casa.


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Assunto sério, papo reto! Cuidar da limpeza da casa é cuidar da saúde de todos que moram nela.
Agradeço o carinho da empresa pelo cuidado conosco.

Beijinhos a todas!

# Parceira

Quer mais? Aqui tem!

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